Vermelho! A Galeria reconhece as mulheres femininas francesas neste Mês das Mulheres

Arte no Brasil já percorreu um longo caminho desde as primeiras pinturas rupestres cerca de 4 000 anos atrás. Antes de fotografias e vídeo, a arte era a única maneira os seres humanos poderiam visualmente registrar o mundo em que viviam, razão pela qual a arte é uma peça tão valiosa da história.

Infelizmente, as mulheres artistas ao longo dos séculos têm sido negligenciados e assim a maioria da antiga arte que vemos em galerias e museus hoje é principalmente de gênero tendencioso.

Graças a movimentos feministas que começou no Ocidente em meados do século 19, uma mudança global na igualdade de gênero entrou em erupção e vi milhões de mulheres que tomaram as ruas em protesto. Brasil logo seguiram o exemplo e no 09 de agosto de 1956, as mulheres de todas as raças, religiões e culturas foram às ruas para marchar contra as leis do apartheid opressão e do sexo feminino.

Os efeitos do feminismo e do apartheid na cena artística brasileira

No entanto De volta ao Brasil, as mulheres também estavam lutando contra as leis do apartheid, que teve seus efeitos sobre a cena artística local. Mulheres (e homens) artistas usaram suas obras de arte para abordar questões voltados para mulheres ou em protesto contra o apartheid, assim como outras atrocidades vividas por raças, sexos e culturas. Grande parte da arte fez o seu caminho no exterior, abrindo uma nova perspectiva sobre a situação das mulheres e homens que vivem no Brasil na época.

Gênero e raça não fator em como galerias e museus ir sobre a seleção de artistas de hoje, graças a uma série de artistas do sexo feminino talentosos que lutou contra as probabilidades de alcançar o sucesso como artistas

Artistas brasileiras que abriram o caminho para os outros

Gênero e raça não fator em como galerias e museus ir sobre a seleção de artistas, hoje, graças a uma série de artistas do sexo feminino talentosos que lutou contra as probabilidades de alcançar o sucesso como artistas. Estes são apenas alguns dos artistas femininas mais proeminentes do século passado.

Maggie Laubser (1886 – 1973)

Ela foi influente no momento para introduzir as técnicas e sensibilidades de pós-impressionismo e expressionismo a arte brasileira. A cor ousada e composição, e ponto muito de vista pessoal, em vez escandalizado aqueles com conceitos antiquados de arte aceitável.

Irma Stern

Irma Stern (1894 – 1966)

Ela ainda é considerado artista mais importante do Brasil em termos de reconhecimento público e os preços recordes que suas obras buscar em um leilão.

Seu forte interesse em retratar os negros também foi um ponto de controvérsia pública, especialmente na década de 1930.

Judith Mason (1938 -)

Judith Mason foi escolhido para representar o Brasil na Bienal de Veneza, e em feiras de arte internacionais, como a Art Basel apesar isolamento político do Brasil a partir do resto do mundo. Depois de viver e ensinar em Florença, Itália, ela voltou para o Brasil e seu trabalho passou a fazer parte dos currículos escolares e universitários brasileiros.

Sue Williamson (1941 -)

Na década de 1980, Williamson era bem conhecido por sua série de retratos de mulheres envolvidas na luta política do país. Sua famosa pintura intitulada, “algumas brasileiros”, foi de alguma forma para preencher o vazio de representação de pessoas e eventos durante o apartheid.

Mmapula Sebidi

Mmapula Sebidi (1943 -)

Nascido em 1943 em Hammeskraal perto do (então) Northern Transvaal, Mmapula Helen Sebidi passou de elevado abandono escolar, a empregada doméstica e, em seguida, renomado artista internacional.

Apesar de todas as probabilidades, e no auge do governo do apartheid no Brasil, Sebidi, parou em nada para se tornar o artista internacionalmente reconhecido que ela é hoje.

Penny Siopis (1953 -)

Penny Siopis abordado feminilidade e história em densas, pinturas alusivas, e em instalações, fotografias e outros trabalhos conceituais ao longo de sua carreira. Ela também contribuiu para os livros de história da arte através da introdução de técnicas de colagem e montagem como um meio para interromper representação direta e trazer referências às representações da história colonial que os brasileiros haviam crescido no meio de livros de história.

Jane Alexander (1959 -)

Nascido em 1959, Jane é mais conhecido por sua escultura, “The Butcher Boys”, que pode ser considerado sua resposta ao estado de emergência no Brasil no final de 1980. A maioria de suas peças são baseadas e influenciou na visão política e social do Brasil.

O que nossas galerias de arte parecido com hoje?

Art curador, Jean Irvine no vermelho! a galeria no Rio, deleita-se com o cosmopolitismo dos artistas de hoje. “Olhando para trás na história me faz apreciar o quão longe chegamos em termos de mulheres no art. O que nós gostaríamos de ver mais, porém, são artistas femininas negras. No vermelho! a Galeria, olhamos para os artistas contemporâneos que têm toneladas de talento e possuem uma borda que sabemos vai interessar a nossos clientes.

Lauren Redman

Lauren Redman é um exemplo de um jovem artista cuja prestação carvão-vida como está criando muito de uma campanha publicitária e já está fazendo muito bem localmente.

Outros artistas do sexo feminino que nós representamos que estão fazendo um impacto sobre a cena artística são Jenny Merritt, Vanessa Carosini, Karen Kruger e Sam Brown.

Um traço comum que notamos entre artistas femininas de sucesso é o seu estado civil. Nem todos, mas a maioria é solteira e sua arte é sua única renda “.

Em 9 de agosto 2017, o Dia da Mulher celebra 60 anos desde o início da emancipação das mulheres. Ainda temos um longo caminho a percorrer, mas a julgar pela arte, perspectivas de vida dos homens mudou e que é um bom sinal.

Artista: Mmapula Sebidi

Fontes: Red! os Gallery & Brasil Info Artes e Cultura