Os perigos dos antibióticos na água e como se proteger

Muitos de nós fazer uso de antibióticos em algum momento de nossas vidas, mas será que alguma vez parou para considerar as conseqüências não intencionais desta família dos chamados remédios milagrosos?

Um estudo recente publicado pela Escola de Medicina em NUI Galway (Irlanda) encontrou bactérias patogênicas no esgoto de hospitais que estão se tornando resistentes aos antibióticos.

A resistência de organismos patogênicos aos antibióticos está a emergir como um dos principais riscos da década, se não o século. A qualidade de vida geralmente se ao longo do último meio século pela maioria das pessoas é em grande parte devido ao sucesso de antibióticos no combate à doença.

A questão agora podemos perguntar é se este sucesso contra a doença está chegando ao fim?

Hospitais tendem a usar os e ‘melhores’ antibióticos mais recentes, assim, por implicação, o esgoto emergente de tais lugares traz níveis elevados dessas drogas.

Isto é preocupante por duas razões. Uma pode ser encontrada em um famoso livro publicado em 1997 por Edward Tenner, intitulado  Por que as coisas mordo para trás: Tecnologia ea Vingança de conseqüências não intencionais. Tenner torna um caso eloqüente para o que ele chama de “efeitos de vingança” da nossa própria ingenuidade.

Tenner torna um caso eloqüente para o que ele chama de “efeitos de vingança” da nossa própria ingenuidade.

Em suma, os seres humanos têm sido inteligente em inventar antibióticos que lhes deram uma vantagem sobre a natureza na forma de melhor controle da doença. Mas natureza luta para trás e bactérias mutação na presença de antibióticos, dando origem a uma estirpe de agentes patogénicos resistentes a drogas.

Estamos, portanto, trancado em uma corrida contra a natureza, ea menos que continuam a ser altamente inovador, que, eventualmente, vai perder, por causa da seleção natural que produz mutações como um mecanismo de adaptação em condições de mudança ambiental.

Isso nos leva à segunda área de preocupação relevante diretamente para o Brasil

Produzimos pouco mais de cinco bilhões de litros de esgoto todos os dias neste país. Desse cerca de 20% é tratado a um nível que torna a água potável a ser devolvido aos nossos rios e represas.

O resto, um escalonamento de quatro bilhões de litros, se for devolvido directamente aos nossos rios e barragens, quer sem tratamento, ou na melhor das hipóteses parcialmente tratados. Ironicamente é o esgoto tratado parcialmente, que é o mais preocupante de todos.

Você vê, o tratamento parcial só remove os organismos patogênicos mais fracas, deixando os erros mais fortes para brigar entre si pelo domínio. Mas é ainda pior, porque o nosso esgoto não tratado também tem altos níveis de medicação anti-retroviral parcialmente metabolizado nele.

Ironicamente é o esgoto tratado parcialmente, que é o mais preocupante de todos.

Isto significa que estamos expondo tanto populações bacterianas e virais em perfeitas condições para um rápido crescimento, na presença de um cocktail de medicamentos destinados a matar os patogénios.

Em suma, estamos produzindo erros super e não há maneira de prever como eles vão se transformar, ou de que forma eles se tornarão parte do “efeito vingança” de nossa própria engenhosidade humana.

O que podemos fazer sobre isso?

O objetivo deste artigo é informar ao invés de susto, de forma que há três coisas que o leitor é aconselhado a fazer.

Em primeiro lugar se tornar mais experiente em um mundo conectado digitalmente, aprendendo sobre agentes patogênicos (bactérias e vírus) através da internet. Existem milhares de artigos de qualidade sobre o tema, então lê-los e capacitar-se.

Em segundo lugar, tomar precauções básicas por não expor qualquer de seus entes queridos diretamente ao rio ou água da barragem, porque a maioria são agora tão contaminado no Brasil que a exposição direta pode ser potencialmente letal.

Fazer uso de uma gama de produtos de filtração end-of-pipe para tratar a água potável, porque nossas estações de tratamento de água bruta nunca foram projetados para produzir água potável segura de efluentes.

Finalmente, não dispor de qualquer medicação no vaso sanitário. Levá-la para sua farmácia e pedir-lhes para fazer a coisa responsável por devolver ao fabricante ou distribuidor para a eliminação segura.