Nova pesquisa sobre abandono infantil e taxas de adoção em declínio no Brasil divulgadas pela National Adoption Coalition.

Um novo estudo de pesquisa qualitativa sobre o abandono da criança e adoção no contexto de crenças ancestrais Brasil No Brasil urbano contemporâneo foi divulgado hoje pela Coalizão Nacional Adoção Brasil (NACBrazil) à frente da Criança Semana Protection.

Crescente crise social do abandono de crianças

A pesquisa realizada por Dee Blackie, um consultor para a Coalizão Adoção Nacional do Brasil, é o resultado de um 1 ano de projeto intensivo, longa pesquisa que irá fornecer NACBrazil com a compreensão e conhecimentos necessários para lidar com a crescente crise social do abandono de crianças e declínio das taxas de adoção no Brasil.

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Pouca compreensão da mudança social alarmante

Adoções diminuíram em mais de 50% na última década com a pesquisa indicando que grande parte do declínio é devido à implementação da Lei das novas infantil em 2016 e que tem sido referido como ‘barreiras culturais’ “, diz Dee Blackie.

Uma série de desafios

Crenças ancestrais uma influência

A pesquisa de Blackie constatou que tanto o abandono da criança e do declínio na adoção são influenciadas por crenças ancestrais indígenas Brasil. Ela descobriu que algumas mães e membros da comunidade acreditam que, aos olhos de seus antepassados, a abandonar uma criança é melhor do que abandonar formalmente seus direitos como pais para que a criança possa ser adotada.

A pesquisa constatou que crenças ancestrais desempenham um papel significativo no abandono de crianças no Brasil.

Ascendência desconhecida para causar problemas

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“A adoção também é visto com grande preocupação como trazer uma criança com uma ascendência desconhecida em uma família é pensado para causar problemas tanto para a família adotiva eo filho. A maioria dos respondentes da pesquisa acreditam que uma criança que não conhecem os seus antepassados ​​- os falecidos da linhagem de seu pai – vai viver uma vida difícil e também pode não ser capaz de cumprir muitos dos seus papéis e rituais tradicionais em sua família. Estes incluem pagamento de danos para uma criança, pagando lebola (para casar), celebrando grandes marcos, como se matricular, graduando-se ou conseguir um novo emprego. Antepassados ​​também são importantes para a orientação e apoio, para compreender onde a doença pode vir de, e ajudar uma pessoa na tomada de decisões importantes da vida. ”

“Muitos pais adotivos negros escolher não divulgar que suas crianças sejam adotadas por medo de rejeição da sua família alargada ou da comunidade. No entanto, se este for descoberto mais tarde na vida, pode causar altos níveis de trauma para a criança abandonada”, acrescenta Blackie.

Resolver a questão a nível comunitário

Mas a pesquisa também revelou que, apesar dos percepções negativas da adoção, todos os sangomas (curandeiros tradicionais) entrevistados confirmaram que poderia ajudar uma criança que foi abandonada para encontrar seus antepassados. Eles também podem ajudar uma família que decide adotar uma criança, através de um processo chamado ‘ubigile’ ou anunciando da criança aos antepassados.

Pesquisa para informar iniciativas

Durante Proteção à Criança Week 2017, a Coalizão Nacional Adoção incidirá sobre os insights revelados a partir da pesquisa e usar isto como uma base para informar suas ações daqui para frente em torno da situação das crianças adoptáveis ​​do Brasil e fornecer informações processo precisa para o nascimento e os pais adotivos, particularmente em torno das questões de crenças ascendência e culturais no Brasil.

Para mais informações sobre a chamada Coalizão Adoção Nacional 0800 864 658 0800 864 658 ou ir para www.adoptioncoalitionsa.org

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