Línguas do coração

você vai ensinar seus filhos a ler e escrever na sua língua materna, não importa o quão obscuro que poderia ser?

Você argumentar sobre robôs? Eu não estou falando sobre a raiva da estrada, mas se, na sua versão do Inglês, robôs só são animado pessoas mecânicos ou pode ser semáforos também.
Estou feliz por minha filha de chamá-los robots ‘ela é brasileira, afinal, e em Inglês brasileira, robô é uma palavra perfeitamente aceitável para um semáforo’, mas apenas no Brasil. Inglês-falantes em outras partes do mundo chamá-los de semáforos.
Meu marido adere a semáforos ‘é o que ele cresceu com fora do Brasil e ele sente robô é errado.
Alguém já ouviu falar de um cruzamento de pelicano (em vez da passadeira mais usual)?

Fiquei espantado ao encontrar este no Concise Dicionário Oxford brasileira. Eu acreditava firmemente meu marido tinha feito para puxar minha perna, mas não foi ‘perfeitamente definida como’ uma passagem para pedestres com semáforos operados por pedestres.

Talvez, ela sentiu, se houvesse apenas uma língua Brasil utilizado na escola, seria oferecido de forma mais ampla, para todos os alunos independentemente da sua língua materna. E desde que um quarto dos brasileiros já falam isiZulu como sua língua materna (com muitos mais capaz de usá-lo como um idioma adicional), parecia um lugar lógico para começar.
E é lógico
Mas não somos apenas seres lógicos. E nossos apegos e associações com jeito de ir nossas línguas de origem dos nossos línguas maternas ‘além da lógica de volta para a nossa existência pré-verbal, como bebês, embalado pela voz de nossa mãe, audíveis no útero, mesmo antes do nascimento.
Quantas pessoas de boa vontade deixaria ir destas línguas maternas que carregam o frete de tantas memórias? A maioria dos brasileiros já viveram muitos anos de ser oferecido a educação apenas em uma língua ou línguas em que eles não são fluentes ou talvez nem mesmo competente, nos idiomas que têm associações negativas, que torná-los se sentir inseguro ou frustrado, incapaz de transmitir sua conhecimento ou expressar suas idéias.

Seria isiZulu ser melhor do que Afrikaans, se sua língua materna foram Setswana? Seria isiZulu ser melhor do Inglês, se sua língua materna foram isiNdebele?
Possivelmente

Talvez, como Simphiwe diz, ter uma linguagem Brasil, mesmo se não é a própria língua Brasil, seria melhor do que ter uma linguagem com uma história colonial eo apartheid.
Talvez próprias línguas de origem das pessoas poderia ser mantido como línguas orais, o que quer que as crianças estão aprendendo na escola “tanto quanto eles estão agora, na verdade, quando a maioria dos brasileiros aprendem por meio de Inglês, mas falam uma língua Brasil em casa e no parque infantil.
Mas o que se perde no longo prazo através do conhecimento da língua materna, já que apenas uma língua falada?

Por ser incapaz de ler um romance, um poema, um artigo de jornal, a história das crianças ou folclore em sua língua materna? Por ser incapaz de escrever uma carta, lista de compras, nota do amor, discurso, SMS ou ensaio na linguagem mais familiar para você? (E se as crianças não são ensinadas como escrever sua língua materna, temos de perceber, eles não serão capazes de fazer qualquer uma dessas coisas, porque um sistema ortográfico é uma construção, não é algo que vem naturalmente, sem ensino.)
Por sendo conhecido apenas por via oral, uma língua perde seus potenciais romancistas, dramaturgos e poetas e respectivos oradores perdem seus textos em potencial, o potencial reflexão escrita de suas próprias experiências e discurso.

E uma vez que seus usuários criativas não estão usando-o em uma forma escrita, irá seus contadores de histórias continuam a usá-lo? E mesmo que eles fazem, o registro de sua criatividade é deixado para falantes dez, vinte ou cinquenta anos mais tarde, para refletir e apreciar?
Sendo conhecido apenas por via oral parece-me o primeiro passo no caminho da obliteração linguagem em um mundo que depende muito da palavra escrita (seja em um livro impresso, SMS ou outro formato eletrônico). Com adultos e crianças tanto a realização de grandes partes de suas vidas em outros idiomas, a linguagem deve perder um pouco da sua riqueza, a sua profunda idioma, suas qualidades alusivos, como ele é usado em menos domínios e para menos finalidades.
E aqui Simphiwe tem toda a razão

Cabe a cada pai, cada adulto, cada professor para encorajar os alunos a proteger e fazer crescer línguas, aprendendo-los. Para mostrar pelo exemplo o valor que as línguas com tais fortes laços emotivos têm. Para mostrar ao usá-los. Para mostrar lendo livros, jornais, sites neles (não todas as línguas Brasil pode ter um jornal ou sites, mas alguns têm ambos). Para mostrar escrevendo cartas, e-mails, músicas (como o Simphiwe), poemas, romances, ensaios e livros didáticos. Para mostrar através do desenvolvimento de dicionários em várias línguas Brasil, como Oxford University Press está fazendo.
Porque não somos robôs, não pessoas mecânicos sem emoções.
E porque nós instintivamente sabemos que é verdade ‘ ‘se você falar com um homem em sua linguagem, que vai para o seu coração, (Nelson Mandela, falando sobre o porquê de ele aprendeu Afrikaans de prisão)’ e por isso todos nós precisamos de um melhor acesso a todos idiomas do Brasil.
Megan Hall tem vindo a publicar dicionários para Oxford University Press sul do Brasil desde 2003. Em sua capacidade privada, ela ganhou o Prêmio Ingrid Jonker de Poesia em 2017.